Sinopse: Claire é uma espirituosa jovem de vinte e poucos anos que trabalha num bar (não era esse o plano, mas…) e, muito a contragosto, resolveu ajudar a melhor amiga (uma expert em malícias) a vender brinquedos eróticos. Na verdade, seu sonho é viver de delícias, ou melhor, abrir uma confeitaria dedicada exclusivamente a doces, cookies e bolos. Quando Carter, um rapaz que conheceu numa festa de faculdade e com quem passou uma única noite (o suficiente para mudar sua vida para sempre!), reaparece na cidade sem demonstrar reconhecê-la, ela se mostra determinada a fazê-lo nunca mais se esquecer dela. Só que existe uma terceira pessoa na relação (divertidíssimo, porém desbocado e inconveniente). Alguém que Carter desconhece e que, das duas uma: ou o obrigará a comprar uma passagem só de ida para o Polo Norte ou o fará o homem mais feliz do mundo!!!


Eu não vou fazer uma resenha, é mais um comentário mesmo.
Eu adoro o livro, eu já havia lido antes, mas ele não havia sido revisado, então dificultou um pouco, mas felizmente ele lançou num português incrível.
Quem gosta de um bom livro de comedia, esse livro é o ideal, você vai AMAR o Gavin, filho da Claire e do Carter, e a situação em que eles passam juntos, eu realmente adoro.
– Papa me contou que seus amigos Johnny, Jack e Jose deixaram você mal e enjoada. Amigos não deveriam fazer essas coisas, mamãe. Se Luke me deixasse enjoado eu daria um chute no saco dele!

– Mas, mamãe, olha só... meu pinto tá grande e altão agora, e fica muito engraçado.
– Beleza, filho. Ninguém precisa ver. Você se lembra do que eu falei outro dia?
– Não é nada engraçado. Era só o que me faltava! Ninguém me avisou que pirralhos de quatro anos poderiam ter ereções. [...]Acho que foi numa noite depois do banho. Ele estava deitado no chão com a toalha enrolada no corpo. Eu lhe entreguei um livro para ler e fui pegar seu pijaminha, que ainda estava dentro da secadora. Quando entrei no quarto, ele estava de costas no chão, de barriga para cima, e aquele troço estava espetado pro alto, mais parecendo um periscópio. Foi horrível. Ele estava dando tapas no troço e dizia que aquilo era delicioso e divertido. [...] O pior é que, de todos os livros que ele poderia estar lendo na hora em que o lance rolou, tinha que ser aquele do dinossauro Barney. Meu filho ficou de pau duro por causa da porra do BARNEY!

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